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<channel><title><![CDATA[Head80 Underground Church - BEM ESTAR]]></title><link><![CDATA[http://www.head80.com/bem-estar.html]]></link><description><![CDATA[BEM ESTAR]]></description><pubDate>Sun, 20 May 2012 08:44:42 -0800</pubDate><generator>Weebly</generator><item><title><![CDATA[ 6 pecados ambientais da sacola plástica.]]></title><link><![CDATA[http://www.head80.com/3/post/2011/07/-6-pecados-ambientais-da-sacola-plstica.html]]></link><comments><![CDATA[http://www.head80.com/3/post/2011/07/-6-pecados-ambientais-da-sacola-plstica.html#comments]]></comments><pubDate>Fri, 08 Jul 2011 06:40:46 -0800</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.head80.com/3/post/2011/07/-6-pecados-ambientais-da-sacola-plstica.html</guid><description><![CDATA[  Saiba porque as pol&ecirc;micas sacolinhas pl&aacute;sticas distribu&iacute;das aos mont [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div ><div style="text-align: left;"><a><img src="http://www.head80.com/uploads/2/2/5/3/2253510/1420617.png?665" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0; margin-right: 10px; border-width:0;" alt="Picture" class="galleryImageBorder" /></a><div style="display: block; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px;"></div></div></div>  <div  class="paragraph editable-text" style=" text-align: justify; ">Saiba porque as pol&ecirc;micas sacolinhas pl&aacute;sticas distribu&iacute;das aos montes por supermercados e centros comerciais em todo o mundo s&atilde;o um perigo ambulante para o meio ambiente<br />Vanessa Barbosa<br /><strong style=""><br /><a href="http://exame.abril.com.br/" target="_blank" style="" title="">Exame.com - 14/06/2011</a></strong><br /><br /><strong style="">1. UM PROBLEM&Atilde;O QUE LEVA AT&Eacute; 400 ANOS PARA DESAPARECER<br /></strong>&Eacute; isso mesmo, sacos e sacolas pl&aacute;sticas podem demorar at&eacute; quatro s&eacute;culos para se decompor, dependendo da exposi&ccedil;&atilde;o &agrave; luz ultravioleta e outros fatores. Trata-se de um per&iacute;odo oitocentas vezes maior que o necess&aacute;rio para p&ocirc;r um fim em materiais como papel ou papel&atilde;o. Ao contr&aacute;rio do que acontece com o lixo org&acirc;nico, que leva entre 2 meses e um ano para "sumir" - sendo decomposto por minhocas, fungos e bact&eacute;rias - a natureza simplesmente n&atilde;o sabe como se livrar dos pl&aacute;sticos.&nbsp;<br /><br />Introduzidos na d&eacute;cada de 1970, os sacos pl&aacute;sticos s&atilde;o relativamente novos no universo e por isso, segundo cientistas, ainda n&atilde;o h&aacute; um micoorganismo capaz de decompor no curto prazo esse material, dono de cadeias moleculares quase inquebr&aacute;veis. Resumo da &oacute;pera: apesar de pr&aacute;ticas para o homem, as sacolinhas de polietileno feitas a partir de combust&iacute;vel f&oacute;ssil s&atilde;o um p&eacute;ssimo neg&oacute;cio para a natureza.&nbsp;<br /><br /><strong style="">2. SOBRECARREGAM ATERROS, REDUZINDO SUA VIDA &Uacute;TIL</strong>&nbsp;<br />Por ano, s&atilde;o produzidos em todo o mundo pelo menos 500 bilh&otilde;es de unidades de saco pl&aacute;stico, o que equivale a 1,4 bilh&atilde;o a cada dia ou 1 milh&atilde;o por minuto. Imagine agora todo esse grande volume de sacolas indo parar nos aterros e lix&otilde;es a c&eacute;u aberto. A cena &eacute; no m&iacute;nimo pavorosa, n&atilde;o? No Brasil, os sacos pl&aacute;sticos j&aacute; representam 10% de todo lixo nacional.&nbsp;<br /><br />Quando descartados de forma inadequada, eles comprometem a capacidade do aterro, reduzindo sua vida &uacute;til e deixando o terreno imperme&aacute;vel e inst&aacute;vel para o processo de biodegrada&ccedil;&atilde;o de materiais org&acirc;nicos. Pra n&atilde;o falar do tempo quase infinito que levam para desaparecer. Com o excesso de sacolas pl&aacute;sticas, os munic&iacute;pios s&atilde;o obrigados a ampliar seus aterros sanit&aacute;rios.&nbsp;<br /><br /><strong style="">3. CONTRIBUEM PARA INUNDA&Ccedil;&Otilde;ES NOS GRANDES CENTROS URBANOS</strong>&nbsp;<br />Em &eacute;pocas de chuva, as sacolas mostram as consequ&ecirc;ncias do descarte incorreto, entupindo bueiros nos grandes centros urbanos. Distribu&iacute;das a torto e a direito por farm&aacute;cias, padarias, lojas e principalmente mercados, elas fazem um verdadeiro estrago. Leves e finas, as sacolinhas s&atilde;o varridas pelo vento e pela chuva para os bueiros, prejudicando o escoamento de &aacute;gua, o que contribui para ocorr&ecirc;ncia de enchentes.&nbsp;<br /><br />Claro que elas n&atilde;o s&atilde;o as &uacute;nicas culpadas pelas enchentes e inunda&ccedil;&otilde;es das cidades, mas contribuem muito para agravar o quadro de impermeabiliza&ccedil;&atilde;o urbana. Al&eacute;m disso, bueiros entupidos por pl&aacute;sticos tornam-se o ambiente ideal para a reprodu&ccedil;&atilde;o de insetos transmissores de doen&ccedil;as, como mosquitos da dengue.&nbsp;<br /><br /><strong style="">4. FORMAM ILHAS DE LIXO PL&Aacute;STICO NOS OCEANOS<br /></strong>Nem os oceanos escapam da "plastifica&ccedil;&atilde;o" em massa. Os res&iacute;duos pl&aacute;sticos dos aterros urbanos s&atilde;o carregados por enxurradas para o mar ou despejados diretamente nos rios pela popula&ccedil;&atilde;o. E eles viajam milhares de quil&ocirc;metros, sendo encontrados em ilhas e regi&otilde;es mar&iacute;timas remotas, bem longe da presen&ccedil;a humana. Para se ter uma ideia, uma imensa &aacute;rea entre o litoral da Calif&oacute;rnia e o Hava&iacute; ganhou o nome de Lix&atilde;o de Pac&iacute;fico. Trata-se uma faixa formada por res&iacute;duos com extens&atilde;o aproximada de 1,6 mil quil&ocirc;metros que fica &agrave; deriva no mar.&nbsp;<br /><br />Outro exemplo assustador da "plastifica&ccedil;&atilde;o" oce&acirc;nica pode ser encontrado entre o Rio de Janeiro e a ilha de Ascens&atilde;o, uma possess&atilde;o brit&acirc;nica que fica no meio do Oceano Atl&acirc;ntico, no sentido de Angola, no Continente Africano. Uma expedi&ccedil;&atilde;o do projeto 5 Gyres, que avalia a polui&ccedil;&atilde;o dos oceanos por res&iacute;duos pl&aacute;sticos em todo o mundo, encontrou fragmentos pl&aacute;sticos ao longo de todo o percurso de 3,5 mil km entre o Rio e a ilha, como se formassem uma linha fina e ininterrupta de lixo.&nbsp;<br /><br /><strong style="">5. MATAM MILHARES DE ANIMAIS POR ASFIXIA E INGEST&Atilde;O&nbsp;<br /></strong>A polui&ccedil;&atilde;o dos oceanos por res&iacute;duos pl&aacute;sticos t&ecirc;m consequ&ecirc;ncias catastr&oacute;ficas para a vida nesse ecossistema. Muitos animais podem morrer por asfixia ou ingest&atilde;o de fragmentos. Entre as principais v&iacute;timas est&atilde;o tartarugas marinhas, peixes e aves como o albatroz.&nbsp;<br /><br />Estimativas do Programa de Meio Ambienta da ONU (UNEP) apontam que anualmente o pl&aacute;stico &eacute; respons&aacute;vel pela morte de pelo menos um milh&atilde;o de animais marinhos. Pelo volume no est&ocirc;mago, o animal que ingere o pl&aacute;stico acha que n&atilde;o precisa se alimentar e acaba morrendo por inani&ccedil;&atilde;o, isso se n&atilde;o for asfixiado antes. Pior, quando o corpo do animal se decomp&otilde;e, o pl&aacute;stico ingerido &eacute; liberado novamente no meio ambiente.&nbsp;<br /><br /><strong style="">6. LIBERAM SUBST&Acirc;NCIAS T&Oacute;XICAS AO SE DECOMPOR<br /></strong>A decomposi&ccedil;&atilde;o de sacos pl&aacute;sticos na natureza, ainda que demorada, libera subst&acirc;ncias qu&iacute;micas que contaminam o meio ambiente. No mar, esse processo &eacute; acelerado devido &agrave; exposi&ccedil;&atilde;o do res&iacute;duo ao sol e &agrave; &aacute;gua. Segundo estudos da Universidade de Nihon, no Jap&atilde;o, quando o pl&aacute;stico se decomp&otilde;e no mar, libera bisfenol-A (BPA) e olig&ocirc;mero (PS), subst&acirc;ncias qu&iacute;micas t&oacute;xicas que podem afetar a reprodu&ccedil;&atilde;o, o crescimento e o desenvolvimento de animais marinhos. Os males do saco pl&aacute;stico n&atilde;o terminam a&iacute;. A tinta usada para impress&atilde;o colorida possui c&aacute;dmio, um metal pesado altamente t&oacute;xico nocivo ao meio ambiente e &agrave; sa&uacute;de dos animais.<br /><br /></div>  ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Responsabilidade Alimentar ]]></title><link><![CDATA[http://www.head80.com/3/post/2010/10/responsabilidade-alimentar.html]]></link><comments><![CDATA[http://www.head80.com/3/post/2010/10/responsabilidade-alimentar.html#comments]]></comments><pubDate>Tue, 19 Oct 2010 09:24:02 -0800</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.head80.com/3/post/2010/10/responsabilidade-alimentar.html</guid><description><![CDATA[  Muito se fala sobre a responsabilidade social, mas todos se esquecem de outras responsabili [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div ><div style="text-align: left;"><a><img src="http://www.head80.com/uploads/2/2/5/3/2253510/5722790.jpg?398" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0; margin-right: 10px; border-width:0;" alt="Picture" class="galleryImageBorder" /></a><div style="display: block; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px;"></div></div></div>  <div  class="paragraph editable-text" style=" text-align: left; ">Muito se fala sobre a responsabilidade social, mas todos se esquecem de outras responsabilidades t&atilde;o importantes quanto essa.<br />Estranho falar de responsabilidade alimentar? Para falar a verdade, apenas utilizei de um trocadilho, mas &eacute; para chamar a aten&ccedil;&atilde;o mesmo. Ent&atilde;o, vamos saber um pouco mais sobre o assunto.<br />Ser&aacute; que algu&eacute;m j&aacute; imaginou que daqui a alguns anos poder&aacute; n&atilde;o haver alimento suficiente para toda a popula&ccedil;&atilde;o mundial? Estima-se que em 2050 a popula&ccedil;&atilde;o mundial varie entre 10 e 15 milh&otilde;es de habitantes.<br />Segundo estudos realizados nos EUA, caso n&atilde;o haja, desde agora, a consci&ecirc;ncia da popula&ccedil;&atilde;o com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; alimenta&ccedil;&atilde;o, poder&aacute; n&atilde;o haver terras e espa&ccedil;o suficiente para a produ&ccedil;&atilde;o de alimentos para a popula&ccedil;&atilde;o estimada.<br />Mas como ter consci&ecirc;ncia de algo como alimenta&ccedil;&atilde;o? Em primeiro lugar, voc&ecirc; sabe de onde vem o alimento que voc&ecirc; coloca em sua mesa? Isso &eacute; muito importante, pois se consumirmos um alimento que vem do outro lado do pa&iacute;s, devemos levar em considera&ccedil;&atilde;o que o transporte desse alimento gera uma determinada quantidade de CO2 lan&ccedil;ada na atmosfera. Dessa forma come&ccedil;amos a &ldquo;dar corpo&rdquo; a essa preocupa&ccedil;&atilde;o e ver que n&atilde;o &eacute; t&atilde;o dispens&aacute;vel essa preocupa&ccedil;&atilde;o.<br />Se analisarmos a situa&ccedil;&atilde;o, chegaremos &agrave; conclus&atilde;o de que o grande problema e o principal agravante da situa&ccedil;&atilde;o &eacute; a agropecu&aacute;ria mundial, visto que at&eacute; mesmo para a produ&ccedil;&atilde;o de gado e outras cria&ccedil;&otilde;es, h&aacute; necessidade da produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola, para a produ&ccedil;&atilde;o da ra&ccedil;&atilde;o desses animais.<br />Calcula-se que para a produ&ccedil;&atilde;o de 500g de carne bovina seja necess&aacute;ria a produ&ccedil;&atilde;o de meio campo de futebol de milho.<br />Outro ponto a ser discutido &eacute; a cultura da popula&ccedil;&atilde;o, onde se cultiva a id&eacute;ia de que a carne seja o principal item no prato. Assim, devemos mudar a id&eacute;ia de guarni&ccedil;&atilde;o e principal, transformando a carne (ou qualquer outra prote&iacute;na) em guarni&ccedil;&atilde;o para que o impacto seja menor.<br />Essa &eacute; uma id&eacute;ia que deve ser cultivado desde j&aacute;, pois quando come&ccedil;arem a aparecer mais sinais dessa crise, poder&aacute; ser tarde ou at&eacute; mesmo muito mais dif&iacute;cil de contornar a situa&ccedil;&atilde;o.<br />E, percebam, ainda n&atilde;o falamos sobre a expectativa de escassez de &aacute;gua, o que torna a perspectiva bem pior do que j&aacute; parecem ser.<br />Bom, mas isso tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; motivo para parar de consumir carne. Mas &eacute; legal j&aacute; come&ccedil;armos a pensar no que podemos fazer para evitar essa situa&ccedil;&atilde;o ou mesmo que seja minimiz&aacute;-lo.<br /><br /><br /><br />Chef &nbsp;<strong>Iris Garcia</strong><br />Informa&ccedil;&otilde;es revista &ldquo;Galileu&rdquo;<br /><br /></div>  ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Gastronomia  'dicas e sugestões']]></title><link><![CDATA[http://www.head80.com/3/post/2009/08/first-post.html]]></link><comments><![CDATA[http://www.head80.com/3/post/2009/08/first-post.html#comments]]></comments><pubDate>Wed, 05 Aug 2009 12:07:17 -0800</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.head80.com/3/post/2009/08/first-post.html</guid><description><![CDATA[Bom galera, estou chegando por aqui p [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div ><div style="text-align: center;"><a><img src="http://www.head80.com/uploads/2/2/5/3/2253510/7577353.png?600x261" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; margin-right: 10px; border: none;" alt="Picture" /></a><div style="display: block; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px;"></div></div></div><div  class="paragraph" style=" text-align: justify; "><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: Verdana; COLOR: #4d4d4d; FONT-SIZE: 10pt">Bom galera, estou chegando por aqui para passar informa&ccedil;&otilde;es, dicas e sugest&otilde;es de gastronomia para quem muito se interessa pela &aacute;rea e para aqueles que talvez nem tanto, mas gostam de uma dica ou conhecer as curiosidades dessa &aacute;rea t&atilde;o encantadora.</SPAN><br /><br /><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: Verdana; COLOR: #4d4d4d; FONT-SIZE: 10pt">Meu nome &eacute; Iris, sou formada em gastronomia pela Universidade Cruzeiro do Sul e atualmente curso minha especializa&ccedil;&atilde;o em panifica&ccedil;&atilde;o e confeitaria, que, ali&aacute;s, &eacute; minha grande paix&atilde;o. E ainda pretendo fazer p&oacute;s gradua&ccedil;&atilde;o em gest&atilde;o de empreendimentos gastron&ocirc;micos no ano de 2010.</SPAN><br /><br /><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: Verdana; COLOR: #4d4d4d; FONT-SIZE: 10pt">Como voc&ecirc;s podem perceber, encontrei meu rumo, meu sonho e minha profiss&atilde;o. &Eacute; muito bom quando conseguimos unir a paix&atilde;o &agrave; profiss&atilde;o. O trabalho fica muito mais leve, menos estressante e muito menos cansativo.</SPAN><br /><br /><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: Verdana; COLOR: #4d4d4d; FONT-SIZE: 10pt">Mas o dif&iacute;cil &eacute; chegar &agrave; decis&atilde;o correta. Podemos dizer que 80% das pessoas gostam de cozinhar, mas quando esse &ldquo;<EM style="mso-bidi-font-style: normal">hobby</EM>&rdquo; pode virar profiss&atilde;o? N&atilde;o basta gostar. Pois uma coisa &eacute; cozinhar para a fam&iacute;lia ou amigos num final de semana. Outra coisa &eacute; cozinhar para dezenas de pessoas todos os dias. E o pior, pessoas que n&atilde;o conhecemos, n&atilde;o sabemos os gostos, as prefer&ecirc;ncias. Ter que agradar muitas pessoas com um &uacute;nico tempero, uma &uacute;nica id&eacute;ia.</SPAN><br /><br /><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: Verdana; COLOR: #4d4d4d; FONT-SIZE: 10pt">Por isso acredito que a gastronomia est&aacute; estritamente ligada &agrave; arte. Pois o que um chef de cozinha faz &eacute; uma arte. A arte da combina&ccedil;&atilde;o de temperos, aromas, sabores, texturas e chegar a um resultado final que agrada aos cinco sentidos humanos. Onde conquistamos nosso cliente pela vis&atilde;o, tato, olfato, paladar e porque n&atilde;o pela audi&ccedil;&atilde;o. Quem n&atilde;o gosta daquele tilintar de uma carne assando na brasa por exemplo.</SPAN><br /><br /><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: Verdana; COLOR: #4d4d4d; FONT-SIZE: 10pt">Por isso que seguir a carreira de gastr&ocirc;nomo &eacute; uma decis&atilde;o dif&iacute;cil. Tem que ter o dom para a profiss&atilde;o e n&atilde;o acreditar que quem faz uma faculdade de gastronomia viver&aacute; em gl&oacute;ria desde o in&iacute;cio. Antes de chegar ao sucesso e ao reconhecimento, um profissional da &aacute;rea de gastronomia tem que trabalhar muito. Muitos dos que entram nessa &aacute;rea atuam inicialmente no suporte de uma cozinha. Por exemplo, ou come&ccedil;a na pia do restaurante, o steward, ou mesmo como auxiliar de cozinha que apenas d&aacute; o suporte ao cozinheiro organizando o pr&eacute;-preparo das produ&ccedil;&otilde;es (mis-en-place).<br /><br /><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: Verdana; COLOR: #4d4d4d; FONT-SIZE: 10pt">O curso de gastronomia, infelizmente, n&atilde;o retrata com detalhes o trabalho dentro de uma cozinha industrial ou de restaurante. Na universidade tudo &eacute; muito tranq&uuml;ilo, completamente o inverso de uma cozinha em pleno vapor. Mas n&atilde;o &eacute; nada insuport&aacute;vel, &eacute; uma diferen&ccedil;a muito grande, mas n&atilde;o trata-se de nenhuma barreira intranspon&iacute;vel. </SPAN><br /><br /><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: Verdana; COLOR: #4d4d4d; FONT-SIZE: 10pt">Muitas coisas aprendemos dentro de um restaurante, no primeiro emprego na &aacute;rea. Mas quero deixar claro que essa dificuldade que encontramos ao sair de uma universidade e entrar na &aacute;rea escolhida ocorre em qualquer profiss&atilde;o. Nunca o ensino ser&aacute; ou representar&aacute; com fidelidade o dia-a-dia da profiss&atilde;o.</SPAN><br /><br /><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: Verdana; COLOR: #4d4d4d; FONT-SIZE: 10pt">Mas infelizmente, na &aacute;rea de gastronomia, pelo fato da maioria dos &lsquo;cozinheiros de talento&rsquo; (assim como chamo os &oacute;timos cozinheiros que n&atilde;o estudaram para atuar na &aacute;rea) n&atilde;o possu&iacute;rem estudo espec&iacute;fico, h&aacute; muito preconceito contra quem estuda para atuar nessa &aacute;rea. Somos muito discriminados pelos cozinheiros de carreira e antigos, por quem somos chamados de cozinheiros de fachada.</SPAN><br /><br /><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: Verdana; COLOR: #4d4d4d; FONT-SIZE: 10pt">Mas, antes de continuar, preciso deixar claro que respeito muito os cozinheiros de talento, pois &eacute; com eles que n&oacute;s obtemos a maior parte de nosso conhecimento profissional. </SPAN><br /><br /><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: Verdana; COLOR: #4d4d4d; FONT-SIZE: 10pt">Nesse pouco tempo de atua&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea, j&aacute; fui muito discriminada. Primeiro pelo fato de ter estudado gastronomia (hil&aacute;rio, j&aacute; que deveria ser o contr&aacute;rio). Para os cozinheiros de talento isso n&atilde;o significa nada al&eacute;m de &ldquo;dinheiro jogado fora&rdquo;. Outro fato de discrimina&ccedil;&atilde;o &eacute; a idade e o sexo.</SPAN><br /><br /><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: Verdana; COLOR: #4d4d4d; FONT-SIZE: 10pt">A maior parte dos cozinheiros &eacute; mais velha e homens. Imaginem s&oacute; quando &eacute; contratada uma chef (mulher) e muito mais nova que eles. </SPAN><br /><br /><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: Verdana; COLOR: #4d4d4d; FONT-SIZE: 10pt">Tive muita dificuldade <SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>at&eacute; conseguir mostrar que estava naquele lugar para somar e n&atilde;o para dividir. &Eacute; dif&iacute;cil voc&ecirc; entrar num lugar para exercer seu trabalho e ser no m&iacute;nimo 10 anos mais nova que o cozinheiro (no meu caso) machista.</SPAN><br /><br /><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: Verdana; COLOR: #4d4d4d; FONT-SIZE: 10pt">Mas posso afirmar que tudo isso vale a pena. Contribui para o crescimento profissional, onde voc&ecirc; aprende a lidar com as diferen&ccedil;as e dificuldades. E pessoal, porque voc&ecirc; se torna uma pessoa mais acess&iacute;vel e receptiva.</SPAN><br /><br /><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: Verdana; COLOR: #4d4d4d; FONT-SIZE: 10pt">&Eacute; mais ou menos isso que quero passar para voc&ecirc;s nesse primeiro contato. O caminho entre a decis&atilde;o de seguir a profiss&atilde;o e a entrada no mercado de trabalho.</SPAN><br /><br /><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: Verdana; COLOR: #4d4d4d; FONT-SIZE: 10pt">Vou deixar aqui alguns links de universidades que oferecem cursos de gastronomia, pra quem est&aacute; interessado na &aacute;rea o ideal &eacute; pesquisar sobre o curso em diferentes universidades, pois a varia&ccedil;&atilde;o de valores e grade curricular &eacute; muito grande de universidade para universidade. A mensalidade do curso hoje varia de R$500,00 &agrave; R$1.800,00. Al&eacute;m de existirem cursos de forma&ccedil;&atilde;o universit&aacute;ria e cursos seq&uuml;enciais. Ent&atilde;o vale a pena pesquisar.</SPAN><br /><br /><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: Verdana; COLOR: #4d4d4d; FONT-SIZE: 10pt">Mas o intuito desse espa&ccedil;o &eacute; passar dicas, receitas, curiosidades e um pouco da hist&oacute;ria da gastronomia e dos alimentos. Caso queiram saber sobre algum assunto espec&iacute;fico entrem em contato atrav&eacute;s do comentario abaixo&nbsp;e abordaremos o assunto com todo o prazer.<br /><br />Chef Iris Garcia.</SPAN><br /><br /></SPAN></div>]]></content:encoded></item></channel></rss>

